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Na primeira coluna de 2024 Roger Brunetto comenta que homens sofrem mais com a solidão do que as mulheres

O graduado em Jornalismo e Direito também opina sobre o custo de cada parlamentar no Brasil que, por ano, é em torno de R$ 40 milhões. Ao todo são 513. Ele, além de outros assuntos, explica o que é mistanásia e menciona a primeira mensagem que recebeu de feliz ano novo, aos quatro segundos de 2024. E tem muito mais

Na primeira coluna de 2024 Roger Brunetto comenta que homens sofrem mais com a solidão do que as mulheres
Foto: A escultural e super querida Fernanda Schaeffer. Ela é natural de São Miguel. Há seis anos mora e trabalha em Curitiba. Sua exuberante beleza se equivale a sua postura pessoal

Essa coluna é uma produção independente e não representa a opinião do veículo de comunicação

 

MAIS UM ANO QUE SE INICIA. MAIS VELHOS FICAMOS. MAS QUE O ESPÍRITO PERMANEÇA ETERNAMENTE JOVEM

Que o bom Deus esteja com você em cada estrada que você esteja.
E que a luz do sol e a felicidade te envolvam quando você estiver longe de casa.

E que você cresça para ser orgulhoso, digno e sincero. E faça para os outros como você teria feito para si mesmo. Seja corajoso e seja valente.
E no meu coração você sempre ficará
eternamente jovem.

Que a boa fortuna esteja com você. Que sua luz-guia seja forte.
Construa uma escada para o céu com seu príncipe ou seu vagabundo.

E que você nunca ame em vão. E no meu coração você permanecerá
eternamente jovem.

E quando você finalmente voar embora, estarei esperando que eu tenha servido bem a você, pois toda a sabedoria de uma vida, ninguém pode jamais contar.

Mas qualquer que seja a estrada que você escolher estarei bem atrás de você. Vença ou perca.

*Tradução da música ‘Forever Young’ - Rod Stewar.

 

Na foto | O renomado ginecologista e muito boa gente, Dr. Gerson Luiz Weissheimer com a esposa, sempre gentil, a pediatra Dra. Rosane Weissheimer, em Monte Carlo, Mônaco

 

SOLIDÃO: HOMENS SOFREM MAIS I

Homens sentem mais solidão do que as mulheres. E sofrem mais. Pelo menos esta é a conclusão de Luiz Felipe de Cerqueira e Silva Pondé. Assisti um vídeo dele sobre a questão.

Em síntese, segundo o filósofo, escritor, ensaísta e professor universitário, o sexo masculino é mais dependente do que o feminino do que o contrário. É muito comum que quando um homem resolve se separar ele já tenha outra. Ele vai ‘tocando’ o relacionamento. Até que apareça outra. Geralmente mais jovem.

SOLIDÃO: HOMENS SOFREM MAIS II

Situações muito dramáticas para os homens são aquelas quando ele não espera e a esposa resolve se separar. Isso por que as mulheres se observam mais. Falam mais sobre o que sentem. “Você tem todo um mercado de conteúdo voltado para isso”.

Inclusive, grande parte das redes sociais é ocupada por mulheres. Por que conversam mais, mesmo ao celular, umas com as outras. Interessam-se por situações diversas.

SOLIDÃO: HOMENS SOFREM MAIS III

Os homens, normalmente, têm predileções mais focadas como, por exemplo, o trabalho e a sobrevivência. Enquanto que as mulheres têm uma espécie de rede mais rica de propensões. Neste sentido os homens sofrem mais com a solidão quando estão sozinhos. Uma mulher que mora só muitas vezes mantém o relacionamento com os filhos.

Importante enfatizar que sempre teve mais homens do que mulheres entre os moradores de rua. Isso por que os homens são mais passíveis de se desgarrar.

E as mulheres sempre tendem a manter relações com os filhos e, muitas vezes, com a sua própria família de origem.

BRILHANTES PALAVRAS I

Acompanhei uma entrevista como o economista Paulo Guedes. No seu entender, para dar um significado para a vida é preciso de muito trabalho, inteligência – não, necessariamente, de saber tudo – mas, sobretudo, de fazer a coisa certa, e, acima de tudo, o amor incondicional.

Quanto ao trabalho, comentou que quando se faz o que se gosta, a pessoa, além de sentir prazer no que está empenhada, fará bem feito.     

Além disso, poetizou: “O estudo é a luz da vida”. Disse que o conhecimento é libertador. Para Guedes, o saber atrai a prosperidade em todos os sentidos. No emprego, por exemplo, a pessoa desempenhará melhor sua função e a ascensão profissional acontecerá ao natural.

BRILHANTES PALAVRAS II

Guedes ressalva que não se adquire o conhecimento somente através da escola, universidade, estudos, cursos e leituras. Também se obtém por meio da família, nos diálogos com amigos, nas informações e assim por diante e sempre de forma constante. 

O economista destaca que alguns países só são evoluídos por causa do conhecimento. Cita, como exemplo, Japão e Israel, que não têm nada de recursos naturais, mas sempre investiram alto na educação.

MUITO OBRIGADO DE CORAÇÃO

 

Segunda-feira retorno à Cooperoeste, fabricante dos produtos lácteos Terra Viva e Amanhecer. Enfatizo a gentileza, cordialidade, educação e o profissionalismo das mulheres do RH. Show. E voltarei a conviver com colegas sensacionais. Que nem imaginam o quanto os estimo. 

Estou por lá desde março de 2009. E tenho muito, muito mesmo, a agradecer a direção - atual e anteriores por tudo que fizeram por mim - desta indústria, que é a que mais arrecada impostos na região. Sou um privilegiado em trabalhar nesta empresa de elevada envergadura e que é uma das maiores no seu segmento no Sul do Brasil. Orgulho de fazer parte dessa equipe.

Sigo com a coluna, aqui no Portal São Miguel onde sou apenas um colaborar sem nenhum vínculo empregatício.

Na foto| Recebi várias mensagens de feliz ano novo. Destaco a primeira, aos quatro segundos do primeiro dia de 2024. “Oi queridão. Feliz ano novo. Abração. 💋💋”. Enviada pela exímia juíza e diretora do Fórum de Criciúma, a encantadora e sempre notável Débora Zanini, que tenho o privilégio de tê-la como uma das minhas mais notáveis amigas. Ela também é diretora do Presídio Regional Feminino do Sul do Estado e escritora, autora do livro Regime Fechado. Além disso mantém um blog que é o mais acessado de Criciúma. Começou a carreira na Comarca de Anchieta

 

MISTANÁSIA

 Mistanásia é quando alguém morre por atendimento inadequado, falta de remédios e leitos hospitalares. Por falha do órgão da saúde pública. É quando a morte do doente poderia ter sido evitada.

Trata-se de violação do direito à saúde que é assegurado pela Constituição. Na grande maioria das vezes, os acometidos são pessoas que vivem na miserabilidade e que dependem de políticas públicas.  Isso, obviamente, acontece mais em capitais e grandes cidades.

TODOS SENTEM A REAL

Não é necessário ter uma percepção aguçada para saber o resultado de certas situações. Lembre-se que “há muitas cores entre o verde e o amarelo”.

Qualquer um, com um mínimo de discernimento, depois de certo tempo, tem consciência ou, ao menos, desconfia como será o desfecho. Principalmente quando vai ser desagradável. Isso vale para tudo na vida. Profissional, sentimental, amizades e por aí vai.

O diferencial é a reação das pessoas. Algumas abaixam a cabeça, aceitam e lamentam. Outras reagem. E, dependendo do caso, quando, supostamente, foram injustiçadas recorrem a tudo que for possível para dizer que a coisa não é por aí. Estas agem da maneira como deve ser. 

DEMOSTRAÇÃO DE IGNORÂNCIA

O sujeito toma todas. Sai do local cambaleando. Entra no carro com muito esforço. No trajeto ao seu destino pisa fundo no acelerador. Bate o veículo e morre. Normal.

Anormal é quem diz frases do tipo: “era a hora dele”, “o destino quis assim” e a pior de todas: “Deus sabe o que faz”. Se pelo menos proferissem, o que também seria uma baboseira, “o diabo sabe o que faz” daria para relevar, considerando a ignorância de quem fala essas besteiras. Independente da conta bancária.

Nem Deus. Nem diabo. Nem ninguém. A morte foi ocasionada pelo que morreu. Ele foi o único responsável.  

E outra: esses casos não tem nada a ver com fatalidade, mas, sim, com irresponsabilidade.

EXERÇA SEU DOM

Acredite na sua vocação.  Faça o que gosta.  A vida é sua. Você que escolhe. Seja excelência naquilo que se propõem a executar.

Desta forma, mesmo com a descomedida desigualdade salarial entre as profissões, sempre estará bem financeiramente. Além disso, será referência.

TUDO SERIA MAIS FÁCIL SE ASSIM FOSSE

Entendo que a solução para qualquer desavença se alcança com a civilidade. Cada qual expondo o seu lado de forma sincera e objetiva. Sem elevar o tom da voz. Sem agressividade. Nem ironia.  O respeito entre as partes deve ser primordial. Todos agindo com razoabilidade.

Quando a educação prevalece, o resultado, além de pacífico, é coroado de êxito. Reconheço, porém, que isso é raro de acontecer. Hoje, nessas questões, o orgulho e o egoísmo ‘comandam o espetáculo’. E a deselegância faz a festa.

E POR FALAR NISSO

O que, reiteradamente, acontece no Congresso Nacional não é desrespeito. Não é inelegância. É grosseira pura. É baixaria. E o pior é que isso banalizou. Anormal é se a calmaria ficar por alguns dias reinando por lá.

E quem os colocou onde estão foi a população que também é quem paga, indiretamente, por meio de impostos, tarifas e outro tributos, seus generosos salários e bonificações. Deles e seus incontáveis assessores. E ainda há as mordomias. Além das porcentagens recebidas nas emendas concedidas e “outras cositas más”.

É o Brasil. É assim. Foi assim. Será assim. Talvez, ultrapassando todos os limites do otimismo, a situação comece a mudar, timidamente, daqui  50 gerações.

E presidente que não se curva aos caprichos dos deputados federais e senadores não governa. Não consegue fazer nada. O mesmo vale para um governador que não tem a maioria dos deputados na Assembleia Legislativa. Também não é diferente a um prefeito cuja os vereadores da Situação são minoria.

E TEM MAIS

O Brasil tem o segundo Congresso Nacional mais caro do mundo. É o que afirma o jornalista, escritor e youtuber, Luiz Ernesto Lacombe.

Segundo ele, cada parlamentar custa em torno de R$ 40 milhões por ano. Ainda, conforme o jornalista, em 2024 serão distribuídos R$ 53 bilhões em emendas parlamentares. 

E eu destaco que são 513 deputados federais. Deixo para os nobres leitores fazerem os cálculos do custo final (513 multiplicado por R$ 40 milhões).  Este é o nosso Brasil. Considero absolutamente normal. Ficaria perplexo se os valores diminuíssem. E o povo assiste tudo, ao vivo e a cores, passivamente. Levará séculos para as coisas, por aqui, na república das bananas, começarem a mudar. 

É BOM LEMBRAR

As traições sempre são cometidas por ´amigos´. Inimigos não são traiçoeiros. É o tipo de coisa óbvia, mas que a gente, às vezes, não se liga. 

CALMANTE AGITADO

O cara, com razão, está indignado com determinado caso. Executando alguma tarefa e ouvindo uma seleção musical aleatória quando surge uma das clássicas do AC/DC:  ´Who Made Who’. O som é agitado, mas acalma na hora. E faz lembrar que sim, que numa determinada época, há muito tempo, existiram músicas de qualidade.

A propósito: Este está entre os meus sons preferidos.

LEMBRE-SE

Caminhe sempre para frente. Mas não a passos de tartaruga, porém não tão rápido com um guepardo. Vagarosamente a desgraça lhe alcança. Velozmente alcançará a desgraça.

E mantenha os olhos sempre bem atentos para não errar a direção e, também, reconhecer os dissimulados. 

 ENFIM, 2024

E já estamos em um novo ano. Mais uma jornada. Outro ciclo. E lá vamos nós, mais uma vez, escrever o que será neste caderno de 365 páginas. Uma por dia.

Muita gente apenas rescreverá o mesmo dos cadernos passados. E, no final, dirão que já conheciam 2024 “de outros carnavais, com outras fantasias”. Fracos. Medianos. Medíocres.

E para aqueles que não foram bem em 2023 tenho a dizer: “Não chorem pelo ontem”. 

Conseguir ou não, independente do que seja, só depende de você. Prove que é capaz. Vá até as últimas consequências, se preciso for. Não seja um rato. Não desperdice seu potencial. Confie na sua escolha. Não esmoreça.   Mesmo que a torcida do contra seja colossal. E sacana. E escrota. O que é deles está guardado. 

Não se cale. O ano começou agora e agora é a hora de recomeçar. Os bonzinhos sempre se dão mal. Jogue limpo, mas seja firme. Pense nos que apostam e valorizam você. Não os decepcione. Força, fé, otimismo. Jamais deixem que comandem sua vida. Não se renda.

E COMO DISSE O ILUSTRE (o cafajeste)

Para alguns homens a primeira preocupação é dar a segunda. E a segunda é conseguir dar a primeira.

HÁ DEZ ANOS

Novo ano. E aquela balela toda. O tradicional “muito dinheiro no bolso e saúde para dar e vender” é decoreba. E chata. E brega. Para isso, muitos trabalham. Outros o buscam de maneiras “obscuras”. E até conseguem.

E no entusiasmo querem sempre mais. Contaminados pela confiança elevada, julgam-se demasiadamente espertos e se esquecem de alguns cuidados. Certos que vão conseguir, selam acordos ‘espúrios’. Olham-se no espelho e se gabam da ‘esperteza’ que possuem.

E, do nada, vislumbrando 2014 e pensando em ‘alguns’ seres da cidade, lembro-me do roteirista norte-americano Andrew Kevin Walker: “Quando você dança com o diabo, você não muda o diabo. O diabo muda você”.

Mas, no final, quebram a cara, pois o capeta não quer o bem das pessoas. Apenas, por um tempo, proporciona-o para atraí-las. 

O SOM

"Não cresça rápido demais. E não abrace o passado. Esta vida é boa demais para durar. E eu sou novo demais para me importar”. Parte da letra de ‘Blacktout´ - Muse.

 

 

 

 

 

 

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