Os radares de velocidade começaram a “desaparecer” das rodovias federais que cortam Santa Catarina. Quem trafega por trechos da BR-101, BR-280 e outras vias administradas pelo governo federal já percebeu postes sem equipamentos ou pontos de fiscalização eletrônica temporariamente desligados.
O cenário chama a atenção de motoristas e levanta dúvidas sobre a fiscalização. Segundo o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), a retirada faz parte de uma transição contratual e os equipamentos serão substituídos.
O órgão informou que uma nova empresa foi contratada para operar os medidores eletrônicos de velocidade em Santa Catarina, em substituição ao contrato anterior. O novo contrato passou a valer em novembro de 2025.
Com a mudança, os equipamentos antigos estão sendo desmobilizados de forma gradual para que a nova empresa possa instalar, aferir e calibrar seus próprios radares. Durante esse período, alguns pontos de fiscalização podem permanecer temporariamente inativos.
Apesar do “sumiço” dos radares, o DNIT reforça que os limites de velocidade continuam valendo. A sinalização permanece vigente e deve ser respeitada, mesmo nos trechos onde a fiscalização eletrônica não está operando momentaneamente.
A reinstalação dos equipamentos seguirá um cronograma escalonado. A ordem de implantação obedece critérios técnicos definidos que prioriza pontos com maior risco de acidentes.
A previsão é que a instalação e a operação completas ocorram de forma gradual ao longo de até 12 meses.
ND+