Faltando três meses para o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, o cenário político em Santa Catarina já conta com boa parte das pré-candidaturas ao governo do Estado e ao Senado definidas. Embora a oficialização dos candidatos dependa das convenções partidárias, previstas entre 20 de julho e 5 de agosto, os principais nomes já percorrem o Estado em agendas políticas e intensificam a presença nas redes sociais.
Nos bastidores, os partidos concentram esforços na organização das campanhas, com a montagem de comitês, definição das equipes de comunicação e articulação política. Em muitas chapas, ainda faltam definições sobre os suplentes ao Senado, decisões que devem ser tomadas durante as convenções.
Entre os grupos que já apresentaram pré-candidaturas estão o PL, que lançará o governador Jorginho Mello à reeleição; o PSD, com João Rodrigues; a federação formada por PRD e Solidariedade, com Ralf Zimmer; o PSB, que integra uma chapa de esquerda com Gelson Merisio; além do partido Missão, que terá Marcelo Brigadeiro como pré-candidato ao governo.
Segundo especialistas, este período costuma ser marcado por negociações internas e possíveis ajustes nas alianças partidárias. Também é uma fase em que os candidatos estruturam as campanhas e ampliam as visitas aos municípios catarinenses.
No PL, a chapa majoritária já foi anunciada, com Jorginho Mello como candidato ao governo, Adriano Silva como vice e Carlos Bolsonaro e Carol de Toni como pré-candidatos ao Senado. O partido agora trabalha na organização da campanha e na definição dos suplentes das candidaturas ao Senado.
Apesar da campanha eleitoral começar oficialmente apenas em 16 de agosto, os principais pré-candidatos já intensificam agendas públicas, encontros regionais e manifestações nas redes sociais, dando sinais de que a disputa pelo comando de Santa Catarina entrou na fase decisiva.
NSC