O Movimento Chega de Esmolas Para o Oeste adesivou mais de 400 veículos no último sábado (09) em São Miguel do Oeste. A ação ocorreu no cruzamento das ruas Almirante Tamandaré e XV de novembro, no calçadão da cidade, e à tarde na Rua Waldemar Rangrab, em frente ao Bonno Atacado e Varejo.
De acordo com o idealizador do grupo, PRF Fernando Beilfuss, os trabalhos devem ocorrer novamente em breve em São Miguel do Oeste a fim de oportunizar outras pessoas a conhecerem o movimento e aderirem à campanha.
Beilfuss destaca que a adesivação não representa apenas a colagem de adesivos, mas o engajamento da comunidade com o projeto do Chega de Esmolas. Segundo ele, os adesivaços oportunizam um contato direto com o público, ouvir pessoas e suas demandas, bem como divulgar as ações já realizadas pelo movimento em toda a região.
Fernando Beilfuss se diz satisfeito com a receptividade do povo migueloestino e agradece pelo apoio recebido. Conforme ele, quem desejar adquirir adesivos do Chega de Esmolas gratuitamente em São Miguel do Oeste pode fazer contato por meio das redes sociais (Facebook e Instagram) ou via WhatsApp (49) 9 9144-8787 com o coordenador do grupo, Júnior Recalcati.

O CHEGA DE CHEGA DE ESMOLAS
O Chega de Esmolas representa a indignação e a insatisfação do cidadão Oestino que vêm sofrendo com a falta de investimentos no Oeste catarinense, a baixa efetividade da classe política e o esquecimento da região por parte do Poder Público e seus integrantes.
Por meio das redes sociais, os membros denunciam serviços mal feitos ou não executados pelas administrações e cobram respostas. Um dos focos principais é o setor de infraestrutura, bandeira bastante defendida pelo grupo e uma das grandes problemáticas da região. Prova disso são as inúmeras ações emergenciais paliativas já realizadas pelo movimento, que mobilizou dezenas de pessoas para fechar buracos em rodovias do Extremo-Oeste na tentativa de amenizar a situação.
A coordenação do Chega de Esmolas alega estar cansada, assim como toda a população, de receber esmolas dos governos estadual e federal. Para o grupo, é preciso romper este ciclo vicioso de promessas não cumpridas e de pessoas que ocupam cargos públicos visando apenas seus interesses.