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Expansão da indústria e reoneração da folha

Expansão da indústria e reoneração da folha
Foto: Arquivo pessoal | Frederico S. Damasceno, novo colunista do Portal São Miguel, do Grupo Tri de Comunicação

Indústria Brasileira

Nesta segunda-feira (1) a PMI (Pesquisa do Índice de Gerentes de Compras), que é utilizada para prever variações nos indicadores oficiais dos países, como PIB, emprego e produção industrial. A pesquisa mostrou que no mês passado a indústria brasileira manteve sua expansão registrando um índice de 53,6. Esse desempenho indica crescimento pelo 3º mês seguido.

Isto mostra o impulsionamento significativo do aumento na demanda. Este valor sinaliza tanto a produção quanto a geração de empregos no setor, o que não acontecia havia dois anos e meio.

A pesquisa é baseada em uma amostra de 400 empresas no setor industrial fundamentada nos dados coletados a partir de questionários mensais enviados aos executivos responsáveis pelas compras destas empresas.

 

Desempenho

É importante salientar o desempenho do setor no 1º trimestre de 2024 foi bem melhor que o registrado no 4º trimestre do ano passado. Isto também é corroborado pela redução da inflação de preços cobrados nos últimos três meses.

O desempenho de março foi afetado pela demanda, que impulsionou o índice. Sendo assim, cabe destacar também que as novas encomendas cresceram pelo 3º mês no ritmo mais intenso desde julho de 2021, sobretudo na fabricação de bens de capital (bens de produção), que são os equipamentos, instalações, bens ou serviços necessários para a produção de outros bens ou serviços.

 

Trecho da MP

Nesta segunda-feira (1) Rodrigo Pacheco, presidente do Senado,  optou por deixar caducar o trecho de uma MP (medida provisória) elaborada sob a tutela do ministro  da Fazenda, Fernando Haddad, que previa a reoneração da folha de pagamento das prefeituras. O texto previa que a alíquota cobrada dos municípios com até 156,2 mil habitantes passaria a ser de 20% contra anteriormente os 8%.

A decisão de Pacheco vem após o governo desagradar ao Legislativo e manter a reoneração dos municípios em vigor, embora tenha aceitado revogar parte do texto que tratava da cobrança sobre a folha de empresas de 17 setores da economia. Sendo assim, o governo pode ter uma perda de aproximadamente R$ 10 bilhões em suas receitas segundo especialistas. 

Com o trecho da MP em vigor, os municípios poderiam ter um impacto negativo em suas contas. O presidente do Senado alegou que tomou esta atitude, visto que este tema deve ser tratado por projeto e não por MP, bem como esta não pode revogar uma lei promulgada pelo legislativo em curtíssimo espaço de tempo.

 

8% é mantido

Foi aprovado pelo Congresso o corte na alíquota dessas prefeituras para 8%, vetado pelo governo Lula e restabelecido pelos parlamentares no ano passado. Logo, não valerá mais a cobrança de 20% para os municípios a partir de 1º de abril.

A revogação da reoneração dos 17 setores impôs a perda de receitas. Por isto, na visão do governo no tocante a questão das prefeituras ocasionaria um custo adicional de cerca R$ 10 bilhões em virtude da retomada do corte de alíquota previdenciária. Desta forma, o governo havia mantido a Medida.

 

Por Fred Santos

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