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GOVERNO FEDERAL E CONGRESSO NOS TRATAM COMO TROUXAS. Esse é o principal tema que Roger Brunetto aborda em sua coluna desta semana

Além de inúmeros outros assuntos polêmicos, o graduado em Jornalismo e Direito afirma que o Brasil a cada dia fica mais próximo do abismo, repercute a homenagem a Lula no Carnaval, critica severamente o projeto que prevê a redução da jornada de trabalho, publica uma pesquisa em Flávio Bolsonaro está na frente de Lula, comenta que para muitos o Carnaval é uma fuga do excesso de desespero, comenta sobre o desvio de recursos do programa da Farmácia Popular. E tem muito mais

GOVERNO FEDERAL E CONGRESSO NOS TRATAM COMO TROUXAS. Esse é o principal tema que Roger Brunetto aborda em sua coluna desta semana
Foto: Graduado em Jornalismo e Direito, Roger Brunetto

GOVERNO FEDERAL E CONGRESSO NOS TRATAM COMO TROUXAS I

O valor que a população, por meio do seu árduo trabalho, tem que pagar de impostos ao Governo Federal é um absurdo. Até seria compreensível se o retorno fosse proporcional por meio de investimentos na saúde, segurança enfim na qualidade de vida.  Aliás, o governo não estaria fazendo nada mais do que sua obrigação.

No entanto a realidade, no Brasil, é outra. Muito diferente. Mesmo a arrecadação sendo exorbitante, o Governo Federal tem a façanha de conseguir gastar tudo. Pior: onde não é necessário. Pior ainda: quer mais dinheiro para também destinar no que não prioridade.

A gastança é uma vergonha. E é uma prova que a população nunca foi prioridade do atual presidente da república. E a maioria dos deputados federais e dos senadores também não estão do lado do povo. Se estivessem, não votariam a favor do governo em troca de emendas.

GOVERNO FEDERAL E CONGRESSO NOS TRATAM COMO TROUXAS II

Prova disso, é o volume de emendas parlamentares que aumentou, atingindo valores recordes que ultrapassaram R$ 60 bilhões no orçamento deste ano. Isso consolida o controle do Legislativo sobre parte significativa dos recursos públicos.

É que estamos em ano eleitoral e o nosso ilustre presidente vai concorrer à reeleição. Ter o Congresso do seu lado é muito importante. Ou seja:  usou o nosso dinheiro para destinar aos deputados federais e senadores com o objetivo de aprovar seus projetos visando conquistar eleitores.

Por outro lado, os deputados e senadores que  tentarão se reeleger, e não são poucos, também vão aproveitar o generoso valor das emendas com o objetivo de conquistar eleitores.

Tanto o Governo Federal quanto os deputados federais e senadores vão fazer tudo isso sem gastar praticamente nada.  Nós é que vamos pagar. Na verdade, grande parte já pagamos  antecipadamente.

É triste e doloso constatar, mas a verdade é que eu, você e toda a população somos tratados como trouxas pelo Governo Federal e por grande parte da Congresso. O que mudou é que neste ano o deboche foi maior.

BRASIL: CADA VEZ MAIS PRÓXIMO DO ABISMO

A divulgação de que o Brasil, vergonhosamente, manteve em 2025 sua pior colocação no Índice de Percepção de Corrupção (IPC), elaborado pela ONG Transparência Internacional e repetiu a segunda pior nota da séria histórica, é, no meu entender, mais uma clara demonstração que a situação do país é caótica e está muito próxima do caos absoluto que vai gerar uma crise sem precedentes. A cada dia isso se torna mais do que evidente.

O país ficou na 107ª posição entre as 182 nações avaliadas, abaixo da média global e das Américas, ambas de 42 pontos.

Importante destacar que o levantamento   divulgado é o principal indicador mundial de percepção da corrupção no setor público.

Isso, no meu entender, eleva ainda mais a gravidade da situação que, aliada a tantas outras incoerências, faz com que o Brasil a cada dia que passa mais se aproxime do precipício.

REGISTRO

Registo e agradeço o convite para participar da festa de aniversário do conceituado cirurgião-dentista Dr. Campos que é referência no Estado na especialidade que atua.

A elegante confraternização  acontece em sua requintada residência neste sábado a partir das 18h. E, a exemplo dos anos anteriores, deverá ser um dos eventos mais glamorosos  da região.

FLÁVIO BOLSONARO NA FRENTE DE LULA

A última pesquisa publicada pela Jovem Pan News sobre as eleições presidenciais, conforme levantamento realizado pela Futura/Apex, aponta que no primeiro turno Flávio Bolsonaro teria 37,2% das intenções de voto e Lula 35,9%.

Ainda, conforme a pesquisa, Bolsonaro venceria no segundo turno com 48,2% dos votos superando Lula que obteria 42,4%.

MAS ATENÇÃO

Não basta trocar o comando do Executivo do Brasil. É preciso que haja uma ampla renovação na Câmara  dos Deputados e do Senado. A população tem que ficar muito atenta quanto a isso.

PRECONCEITO RELIGIOSO E INELEGIBILIDADE DE LULA I

Uma ala do desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula, no domingo, colocou a chamada “família tradicional” - representada por um casal heterossexual com filhos - dentro de uma lata de conserva.

Na mesma alegoria, também apareceram figuras associadas a evangélicos, militares e mulheres brancas.

A cena, apresentada na Marquês de Sapucaí, provocou reação imediata de parlamentares e lideranças ligadas a pautas conservadoras. As críticas se concentraram na leitura de que a encenação teria ultrapassado o campo da sátira social e atingido a fé cristã.

Fonte: Infomoney

 

PRECONCEITO RELIGIOSO E INELEGIBILIDADE DE LULA II

Na minha opinião é uma situação grave que precisa ser investigada e os envolvidos severamente punidos. Trata-se, no meu ponto de vista, de preconceito religioso.  Isso é lamentável.

Aliás, essa homenagem foi ridícula e, no meu entender, configura-se em propaganda eleitoral antecipada com o agravante que foram utilizados recursos do governo federal. Em outras palavras: o nosso dinheiro. Além disso, o ex-presidente, Jair Bolsonaro, foi debochado de forma gratuita. O que ele tinha a ver com a homenagem?

Não sou advogado. Sou graduado em  Direito e Jornalismo. Mesmo assim, entendo que essa palhaçada foi ilegal. E vou além: Se a justiça for realmente feita Lula se tornará inelegível.  Muitos advogados pensam o mesmo.

No entanto sou, acima de tudo, realista. Lula tem o STF e a Justiça ao seu lado. Ou seja:  não vai acontecer nada. No máximo uma multinha.

No atual cenário, nosso presidente pode fazer o que que quiser. Deitar e rolar e ficará impune. Aliás, corre o risco de se complicar quem mover uma ação contra ele mesmo que seja comprovada que cometeu uma ilegalidade.

Importante registrar que esse deplorável episódio causou grande repercussão internacionalmente e maculou, mais uma vez, a imagem do Brasil mundialmente.

É impressionante como conseguiram fazer tamanho estrago em tão pouco tempo.  E com o nosso dinheiro. 

NO LUGAR APROPRIADO

Esse lastimável caso aconteceu no local apropriado. Todos sabem que as escolas de samba do Rio de Janeiro são financiadas pelo dinheiro do jogo do bicho e pelo crime organizado. Apenas, por meio de um esquema, fazem com que as transferências parecem legais. Qualquer investigação descobriria a ilegalidade.

Mas no Rio de Janeiro o Carnaval envolve o prefeito, independente de quem estiver do poder, autoridades, políticos, bicheiros, traficante, Rede Globo, gente influente, enfim o esquema é grande.

O evento atrair turistas. Gera renda. Mas tudo por meio da ilegalidade. Acabá-lo geraria uma ‘guerra’. Então, melhor deixar assim. Se trata da maior, mais tradicional e mais longa festa popular do pais.

Mas também é o maior esquema de corrupção envolvendo todo tipo de gente que não presta do Estado carioca. E com participação indireta, como foi neste ano, do Governo Federal. 

AGIDO PROPOSITALMENTE

Muitos acreditam que Lula agiu propositalmente em relação aos episódios ocorridos na homenagem prestada a ele pela Escola de Samba Acadêmicos de Niterói.

É que, segundo os que defendem essa ideia, sabendo que perderá a eleição, nosso presidente prefere não concorrer se tornando inelegível. Isso ocorrendo ele dirá que foi vítima de uma “armação” da Direita que sabia que ele venceria e deu um jeito de impedir que disputasse a eleição.

Entre as alegações, está a de que sabendo que a grande maioria dos evangélicos votou no Bolsonaro nas últimas eleições ele tentaria conquistar os votos desses eleitores e jamais atacar e zombar como fez.

CARNAVAL PARA MUITOS É A FUGA DO EXCESSSO DE DESESPERO I

Sábado à noite lembrei, por acaso, que era Carnaval. Recordei do último que participei. Faz tempo. Muito tempo. Além disso, respeito minha idade e, principalmente, fujo do ridículo por isso o Carnaval para mim faz parte de um passado distante. De uma fase da minha vida que muito aproveitei. Mas que já passou. Ficou no passado. E lá permanece.  

E aí fiquei pensado: Por que uma pessoa ‘mediana’, principalmente se já passou dos 40 anos de idade, que, por exemplo, recebe um salário de R$ 5 mil por mês, gasta R$ 6 mil nos quatro dias de Carnaval? Não sou a pessoa mais habilitada para responder a minha própria pergunta. Um psicólogo seria um profissional mais indicado.

Mesmo assim, baseado nos livros de psicologia que li, nas minhas conversas com psicólogos, nas disciplinas de psicologias que cursei, e tenho arquivadas assim como todas as outras, nas minhas graduações de Jornalismo e Direito, mas sobretudo na faculdade da vida e em sua vivência, cheguei à conclusão que se trata de excesso de desespero.

Sim. Excesso de desespero. Isso por que o Carnaval é uma anestesia para uma vida que o sujeito não aguenta mais viver. Quanto mais difícil a realidade maior a necessidade de fuga.

É salário apertado, trabalho que não gosta, contas vencendo e por aí vai. Aí chegam os quatro dias que tudo ‘parece’ ser diferente. É música alta, pegação, muita loucura, euforia, validação. É a sensação ‘temporária’ de status.

CARNAVAL PARA MUITOS É A FUGA DO EXCESSSO DE DESESPERO II

O homem que é invisível o ano inteiro, no Carnaval pode virar protagonista. A mulher que não chama a atenção o ano inteiro, no Carnaval se torna desejada.

É dopamina que a pessoa não experimenta o ano inteiro concentrada em quatro dias. É um pico emocional que mascara uma base frágil.  É isso.

A minha tese pessoal é a de que “quanto mais complicada é a realidade da pessoa maior será o seu desejo de ser anestesiada”.  Respirei, pensei um pouco, e também conclui “que Carnaval não cria pobreza, mas escancara quem está ferrado na vida”.

E, se analisarmos, quem está de bem com a vida não precisa de quatro dias de Carnaval para se sentir vivo. Na verdade, não precisa nem de um.

DO LEITOR

Dizer que o Raul Gransotto revolucionou a Câmara de Vereadores é dose. Só se for para pior. É dele a estrutura de cargos e salários que atualmente permite um advogado que trabalha quatro horas por dia receba mais que o governador.

Graças a obra desse ex-vereador nossa Câmara de Vereadores custa mais de R$ 6 milhões por ano. A média salarial da população é de R$ 3,5 por mês. Na Câmara é três vezes mais. Sem comentários.

Em tempo: Vale a pena consultar quanto o ex-vereador embolsou em diárias à época. Não é opinião. São fatos é dados.

Assinado: Rildo Edson Lazarotto. 

PROJETO QUE REDUZ JORNADA DE TRABALHO COMEÇA A TRAMITAR NA CÂMARA

A PEC que reduz a jornada de trabalho e prevê o fim da escala 6×1 começou a tramitar na Câmara dos Deputados.  Conforme o presidente da casa, Hugo Motta, a expectativa é colocar a proposta em votação até maio.

Foram enviadas duas propostas à Comissão de Constituição e Justiça. Uma da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) que prevê 36 horas semanais, numa escala de quatro dias trabalhados para três de descanso, sem transição.

Outra do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) que também determina 36 horas semanais, mas impõe que as regras sejam aplicadas ao longo de dez anos. Essa proposta tem maior simpatia dos parlamentares.

O QUE PENSO SOBRE A REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

Na minha opinião trata-se de uma palhaçada. Uma piada de mal gosto. Uma demonstração que o Brasil está desgovernado. Nosso país não tem estrutura para se dar o luxo de reduzir a jornada de trabalho. A única finalidade desse projeto é conseguir votos do povo sem instrução.  

O trabalhador pensa que será bom para ele. O futuro provará que não. Ocorrerão demissões, baixa produtividade, alta de preços e outros problemas.

O Governo Federal, os deputados federais e os senadores sabem disso. Mas como estamos em ano eleitoral e o zé povo inculto pensa que isso lhe beneficiará o projeto será aprovado com tranquilidade. O povão, inculto, ficará feliz e como forma de agradecimento votará e fará campanha para essa gente inescrupulosa.

As consequências no futuro serão inevitáveis. Sugiro, inclusive, que anotem o que escrevo hoje e guardem. Tipo como uma espécie de comprovante.

E não sou só eu que pensa assim. Inúmeros especialistas afirmam que que esse projeto é uma furada. Aliás, qualquer pessoa, com um pouco de conhecimento, analisando o contexto do pais, chegará a essa conclusão.

É um crime o que estão fazendo para se manter no poder. Tanto o Governo Federal quando os deputados e senadores que o apoiam.  E para isso usam o a população carente. Sem estudo. Sem conhecimento. Sem noção. Sem percepção. Sem saber que está sendo usada.

Por essa e por outras que sou da opinião que só poderiam votar quem têm ensino superior. Apesar que há muitos graduados que, sinceramente, não sei como conseguiram colar grau. Quem sabe foi ‘colando’.

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO APONTA DEZ PONTOS NEGATIVOS NA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO  

Levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) reúne dez pontos  negativos com reflexos diretos sobre empregos, preços e o funcionamento de setores estratégicos da economia com a redução da jornada de trabalho. 

  1. Boa intenção não garante bom resultado: Debater qualidade de vida no trabalho é essencial, mas políticas públicas mal calibradas tendem a produzir efeitos contrários. Quando variáveis como custo do trabalho, produtividade e organização das cadeias produtivas são ignoradas, o impacto recai sobre preços, geração de empregos e informalidade. O fim abrupto da escala 6x1 não assegura melhoria nas condições de vida do trabalhador e pode comprometer os pilares do bem-estar econômico.

  2. Aumento imediato e expressivo no custo do trabalho: A proposta representa um aumento de 22% no custo da hora trabalhada. A elevação decorre da redução da jornada sem diminuição proporcional da remuneração, o que encarece diretamente a hora trabalhada.

  3. Custo maior significa menos empregos: O aumento no custo do trabalho tende a reduzir contratações e ampliar demissões. Estudos apontam para a possível eliminação de até 1,2 milhão de postos formais. É que custos mais altos estimulam a substituição por colaboradores de salário mais baixo e informalidade.

  4. MPEs seriam as mais prejudicadas: Responsáveis por cerca de 80% dos novos empregos formais, as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) sustentam as economias locais, a arrecadação municipal e a coesão econômica regional. São também as que têm menor capacidade de absorver aumentos abruptos de custos, o que faz com que a proposta penalize justamente quem mais emprega.

  5. Efeito direto em setores estratégicos: Varejo, Agricultura e Construção Civil concentram grande parte dos vínculos com jornada entre 41 e 44 horas semanais e têm papel central na geração de empregos e renda. Alterações abruptas nessas atividades podem desorganizar cadeias produtivas inteiras, afetando fornecedores, logística, serviços associados e consumo.

  6. Redução de jornada exige mais produtividade: Experiências internacionais mostram que a redução da jornada veio após ganhos de produtividade, com investimentos em tecnologia, qualificação e gestão. No Brasil, onde a produtividade ainda é baixa, reduzir horas antes desses avanços significa inverter a lógica e elevar custos sem ganhos de eficiência.

  7. Jornadas menores já são realidade no Brasil: Embora a legislação preveja 44 horas semanais, a jornada média negociada no País é de aproximadamente 39 horas, patamar semelhante ao de países desenvolvidos. Esse resultado é fruto da valorização da negociação coletiva prevista na Constituição de 1988, o que demonstra que o sistema funciona quando há diálogo.

  8. Negociação coletiva protege mais do que imposição legal: A negociação permite adaptar jornadas à realidade de cada setor, preservando empregos onde a produtividade seja menor e permitindo reduções onde haja espaço econômico. A imposição legal uniforme substitui essa flexibilidade por rigidez, desconsiderando diferenças regionais, setoriais e econômicas.

  9. Trabalhadores e consumidores sentem os efeitos: Com custos mais elevados e menor produção, o repasse para preços tende a ser inevitável. 

  10. Mudanças abruptas estimulam informalidade: A experiência internacional indica que mudanças bem-sucedidas são graduais. A redução imediata de 480 horas anuais não encontra precedentes. O risco é o aumento de “bicos”, informalidade, insegurança jurídica e queda de produtividade.

SOBRE O DESVIO DE RECURSOS DO PROGRAMA DA FARMÁCIA POPULAR

Passou mais de uma semana que a Receita Federal, Polícia Federal e Controladoria Geral da União (CGU) cumpriram quatro mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito de desviar R$ 30 milhões de recursos públicos do programa federal Farmácia Popular e não se falou mais nada desse caso grave, vergonhoso e absurdo que é mais uma demonstração que no Brasil os corruptos não perdoam ninguém.

Tirar dinheiro que tinha como destino comprar remédios para pobres é coisa de diabo em versão de ser humano.   E, quem sabe, por causa disso, faltou medicamentos, e muitos miseráveis morreram. É semelhante a roubalheira do INSS. Essas pessoas não podem ser humanas.

Apenas para recapitular: Conforme a Polícia Federal, o grupo suspeito adquiria CNPJs de farmácias já cadastradas no programa e transferia a titularidade para pessoas consideradas “laranjas”. Na sequência, eram usados CPFs de consumidores de forma ilegal para registrar vendas fictícias de medicamentos no âmbito do Farmácia Popular.

EM TEMPO: Ficamos sabendo dos que são desvendados. Mas tenham certeza que há muitos outros crimes, desvios, esquemas, falcatruas, fraudes, ilegalidades, ladroagens de todos os tipos e por aí vai, cometidos, sejam por governantes, políticos, bandidos e abastados, que não são descobertos. Sem mencionar os que já aconteceram e terminaram sem ninguém descobrir. VIVA O BRASIL!  

MAIS UM IMPOSTO

A Câmara dos Deputados aprovou, na ‘surdina’, em regime de urgência  o Projeto de Lei que cria o marco legal do transporte público coletivo urbano. O texto, que já passou pelo Senado, ainda precisa ter o mérito votado pelos deputados. Tudo na corrida. Quase ninguém ficou sabendo.

A proposta autoriza Estados e municípios a criarem cobranças específicas relacionadas ao trânsito para financiar o transporte público e reduzir o uso de veículos particulares.

Entre as medidas previstas estão taxas por congestionamento, cobrança para circulação em determinadas áreas ou horários, tarifas de estacionamento, tributos conforme a emissão de poluentes e taxas sobre transporte individual, aplicativos e veículos de carga.

FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

Os servidores públicos efetivos não podem pensar que são inatingíveis. É preciso que sejam cobrados com rigidez e, dependendo do cargo que exerçam, se for o caso, que haja ampla fiscalização.

E isso vale para todas as esferas: municipal, estadual e federal.

CERTAS MULHERES

Em regra, o homem é mais ‘cara de pau’ do que a mulher. Mas toda regra tem exceção. E quando a mulher consegue superar o homem neste defeito, ela faz o cinismo e a falsidade passarem vergonha. 

EDUCAÇÃO

Nem tanto o que saber e menos ainda o que pensar deve ser o objetivo da educação, mas aprender a pensar e o que não vale a pena conhecer.

TÃO SIMPLES

A angústia é a companhia de quem busca sempre estar no melhor lugar. Alegria é a companhia de quem busca ser o melhor no lugar em que está.

ABSURDO

As taxas cobradas pelos Bancos são verdadeiras aberrações. Ladroeira. Os banqueiros nunca perdem. Além disso, pressionam os bancários para que os ganhos aumentem.

E COMO DISSE O ILUSTRE (o cafajeste)

Tudo na vida tem o lado positivo e o lado negativo. As pilhas estão aí para não me deixarem mentir.

HÁ DEZ ANOS

Pelos comentários que se ouve pela cidade, dos servidores que pediram exoneração – e dos outros que sairão – o mais sentido foi o do presidente da Fundesmo, Everaldo Di Berti.

É unanimidade: fez um ótimo trabalho, além de ser uma pessoa atenciosa e extremamente correta. 

HÁ 20 ANOS

O presidente da Câmara de Vereadores, Raul Gransotto, PSB, que se se elegeu com os votos da situação (PMDB) mantinha uma relação cortês com o Executivo, comandando por João Valar do PMDB. Isso até meados de setembro de ano passado.

Depois, a cada mês, está fazendo uma oposição cada vez mais ferrenha. Agora a briga é com o assessor jurídico Antenor Minetto. Inclusive o vereador fez uma forte declaração nesta semana que atingiu a vida pessoal do advogado relacionado ao suposto vício dele com a jogatina.

Penso que Gransotto errou. Tudo bem criticar o trabalho do  advogado, desde que bem fundamentado e não baseado em achismos. Mas, independente disso ou daquilo, a vida pessoal sempre deve ser preservada.

Não sei se procede ou não o que Gransotto disse. E nem me interessa saber. No entanto, se Minetto resolver responder o que Gransotto disse dele e mencionar a vida pessoal do presidente da Câmara de Vereadores todos já imaginam o que o assessor jurídico vai mencionar.

O SOM

“Nós vivemos onde não há amanhã. Onde não há passado ou regras a seguir. Consumidos pela inocência que ‘aceitamos’, vivemos todos os nossos dias. E vivemos bem”. Parte da letra de ‘We Own The Night’ – The 69 Eyes.  

 

 

 

 

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